CRUZEIRO DO SUL E A PLASTICULTURA



A plasticultura teve seu inicio no Município de Cruzeiro do Sul na década de 90, incentivada pelo Pároco da época, Padre Roberto T. Kuryama, que trouxe recursos financeiros oriundos do Japão para implantação de trinta estufas, beneficiando trinta pequenos produtores de nosso município.


Esta atividade foi e é mais uma opção para o pequeno produtor, que poder diversificar sua produção, pois a Olericultura em ambiente protegido utiliza pouco espaço dentro da propriedade e basicamente usa a mão-de-obra familiar, tendo com isso um retorno maior ao produtor.


O cultivo protegido (estufa) da condições ao produtor em cultivar o ano todo, inclusive no período de entresafra, onde normalmente consegue preço melhor para o seu produto, pois pode ter um controle melhor de temperatura e umidade em relação ao cultivo em céu aberto.


Atualmente o município de Cruzeiro do Sul possue em torno de 161 estruturas em ambiente protegido abrangendo 60 produtores.

Entre os produtos cultivados destaca-se o tomate, pimentão, feijão-vagem e o pepino, sendo este classificado em pepino japonês, de conserva e salada (caipira). Estes produtos estão classificados no grupo das olerícolas.

O Diretor de Agricultura e Meio Ambiente, Dernival Cazati, diz que a diversificação agrícola de Cruzeiro do Sul destaca-se pelo empreendedorismo do produtor cruzeirense, que busca constantemente soluções e inovações para melhorar a produção e manter as condições necessárias para a sua sustentabilidade, frisando o equilíbrio com a proteção do meio ambiente em todas as propriedades que possuem a plasticultura.